Meu Deus,
eu gostaria de ser um cendal de estrelas para que as noites da Terra fossem luminosas. Mas na minha insensatez eu Te peço desta vez, se eu não puder ser um cendal de astros, que pelo menos eu seja um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem tropeça na escuridão.
Eu desejaria ser a chuva generosa que, tombando sobre a Terra porosa, reverdecesse o chão. Mas se eu não conseguir, eu Te quero pedir para ser um copo com água fria, matando a sede, a agonia de alguém na desesperação.
Eu desejaria ser um pomar de flores de todas as cores para embelezar a Terra. Mas não hei-de lograr e, então, Te quero rogar para ser uma rosa solitária na frincha da rocha colocando beleza no altar da Natureza.
Senhor,
eu desejaria ser um trigal para de pão repletar a mesa da humanidade. Porém, na minha necessidade nunca lograrei. Então, eu te rogarei para que me transformes num grão que caindo no chão reverdeça e cubra a mesa do futuro com a benção do pão.
Eu desejaria ser uma escada altaneira que levasse a humanidade inteira à plenitude do reino dos céus. Mas eu sou tão pobre... deixa-me ser pelo menos o primeiro degrau.
Desejaria ser um pomar, uma árvore solitária projectando sombra no chão ou alguém que, ali estando quando passasse outrém pelo meu caminho, eu lhe perguntasse: - Olá, para onde vais? E, se ele me inquirisse : - Quem és tu? Eu lhe pudesse dizer: - Sou teu irmão, dá-me tua mão, eu irei contigo, sou teu amigo. E passo a passo eu fosse com ele gritando: - Senhor, eu desejaria ser esteta, poeta, orador, desejaria ser alguém que cantasse a tua grandeza. Porém, falta-me o estro, a magia, a beleza, a poesia e, como nada sou, deixa-me dizer-Te: - Senhor, muito obrigado porque eu nasci, obrigado porque creio em Ti.
Pelo Teu Amor, Obrigado Senhor!
eu gostaria de ser um cendal de estrelas para que as noites da Terra fossem luminosas. Mas na minha insensatez eu Te peço desta vez, se eu não puder ser um cendal de astros, que pelo menos eu seja um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem tropeça na escuridão.
Eu desejaria ser a chuva generosa que, tombando sobre a Terra porosa, reverdecesse o chão. Mas se eu não conseguir, eu Te quero pedir para ser um copo com água fria, matando a sede, a agonia de alguém na desesperação.
Eu desejaria ser um pomar de flores de todas as cores para embelezar a Terra. Mas não hei-de lograr e, então, Te quero rogar para ser uma rosa solitária na frincha da rocha colocando beleza no altar da Natureza.
Senhor,
eu desejaria ser um trigal para de pão repletar a mesa da humanidade. Porém, na minha necessidade nunca lograrei. Então, eu te rogarei para que me transformes num grão que caindo no chão reverdeça e cubra a mesa do futuro com a benção do pão.
Eu desejaria ser uma escada altaneira que levasse a humanidade inteira à plenitude do reino dos céus. Mas eu sou tão pobre... deixa-me ser pelo menos o primeiro degrau.
Desejaria ser um pomar, uma árvore solitária projectando sombra no chão ou alguém que, ali estando quando passasse outrém pelo meu caminho, eu lhe perguntasse: - Olá, para onde vais? E, se ele me inquirisse : - Quem és tu? Eu lhe pudesse dizer: - Sou teu irmão, dá-me tua mão, eu irei contigo, sou teu amigo. E passo a passo eu fosse com ele gritando: - Senhor, eu desejaria ser esteta, poeta, orador, desejaria ser alguém que cantasse a tua grandeza. Porém, falta-me o estro, a magia, a beleza, a poesia e, como nada sou, deixa-me dizer-Te: - Senhor, muito obrigado porque eu nasci, obrigado porque creio em Ti.
Pelo Teu Amor, Obrigado Senhor!
Poema de Divaldo Pereira Franco
citado segundo o próprio, na conferência "5th Spiritist Federation of Florida Conference - 7/8 de Março de 2015"
citado segundo o próprio, na conferência "5th Spiritist Federation of Florida Conference - 7/8 de Março de 2015"
